Cycling
Para os amantes do ciclismo de estrada, Melgaço é um verdadeiro paraíso sobre duas rodas. Com dezenas de quilómetros de estradas bem conservadas, o território oferece percursos desafiantes, subidas exigentes e paisagens de cortar a respiração. Ideal para treinos intensivos, passeios de lazer ou estágios de preparação, Melgaço é também palco de provas nacionais e internacionais. O concelho dispõe de infraestruturas de apoio ao ciclista, como zonas de descanso, pontos de lavagem, sinalização adequada e assistência técnica.
P1 – Verde - Lamas de Mouro – Castro Laboreiro – Lamas de Mouro
Rota circular com 18,2 km de extensão e 357 metros de desnível acumulado, ideal para treinos em ambiente de montanha ou passeios tranquilos em plena natureza. Com início em Lamas de Mouro, junto ao Centro de Receção do Parque Nacional da Peneda-Gerês, o percurso desenvolve-se por uma subida progressiva, acompanhada por paisagens amplas e tranquilas que caracterizam esta zona protegida.
A rota atravessa as aldeias de Várzea Travessa e Vido, onde se pode apreciar a arquitetura rural típica e desfrutar de vistas desafogadas sobre o vale envolvente. O ponto alto do percurso é a chegada a Castro Laboreiro, com passagem pelo Centro Interpretativo da região e pela igreja matriz, situados no centro histórico da vila, onde a história e a tradição se fazem sentir a cada passo.
O regresso a Lamas de Mouro é feito por estrada de boa qualidade e com pouco tráfego, maioritariamente em descida, proporcionando um final de percurso confortável, fluido e seguro.
Ao longo do trajeto, é possível observar a fauna e flora típicas do Parque Nacional da Peneda-Gerês. Entre as espécies animais mais comuns encontram-se o garrano, o corço, o javali e diversas aves de rapina, como a águia-de-asa-redonda. A flora é dominada por carvalhos, urzes, giestas e outras espécies autóctones, que contribuem para a riqueza ecológica e paisagística deste território de montanha.
Ponto de partida e chegada: Lamas de Mouro 42°03’04.0″N 8°11’58.3″W
Distância: 18,2 Km – Circular
Classificação: Verde
Altitude Máxima: 1104m
Altitude Mínima: 859m
Desnível positivo acumulado: 357m
P2 – Azul - Lamas de Mouro - Castro Laboreiro - Assureira - Ameijoeira - Lamas de Mouro
Percurso circular de 30,8 km, com 785 metros de desnível acumulado, exigente e repleto de interesse paisagístico, ideal para ciclistas experientes que procuram um desafio em plena natureza. O trajeto tem início em Lamas de Mouro, no Parque Nacional da Peneda-Gerês, e desenvolve-se com uma subida prolongada até Castro Laboreiro, atravessando zonas florestais e áreas abertas que permitem contemplar a diversidade da paisagem serrana.
Ao chegar a Castro Laboreiro, o percurso cruza o centro da aldeia, passando pela igreja matriz e por vários elementos do seu rico património histórico e cultural. A descida que se segue conduz até à aldeia da Assureira, um local de forte identidade rural, marcado pelas construções tradicionais em pedra e pelos campos de cultivo em socalco.
O trajeto continua em direção à zona da Ameijoeira, próximo da fronteira com Espanha, onde se destacam as impressionantes formações graníticas e os troços de maior declive, que colocam à prova a técnica e resistência dos ciclistas. O regresso a Lamas de Mouro faz-se por uma estrada secundária com bom piso e pouco trânsito, alternando entre subidas curtas e descidas mais técnicas, proporcionando um final dinâmico e envolvente.
Ao longo do percurso, é possível observar a rica fauna e flora do Parque Nacional. Animais como o garrano, o corço, o javali e aves como a águia-real e o milhafre habitam estas serras. A vegetação é composta por carvalhais, giestais, urzais e outras espécies autóctones que contribuem para a beleza e diversidade ecológica desta paisagem de montanha.
Ponto de partida e chegada: Lamas de Mouro 42°03’04.0″N 8°11’58.3″W
Distância: 30,8 Km – Circular
Classificação: Azul
Altitude Máxima: 1015m
Altitude Mínima: 713m
Desnível positivo acumulado: 785m
P3 – Azul - Lamas de Mouro - Batateiro - São Bento do Cando - Gavieira - Rouças - Baleiral - Senhora da Peneda – Lamas de Mouro
Este percurso circular de 28 km, com 1006 metros de desnível acumulado, é uma rota exigente, pensada para ciclistas experientes que procuram um desafio técnico e paisagístico no coração do Parque Nacional da Peneda-Gerês. A partida faz-se em Lamas de Mouro, seguindo em direção ao planalto do Batateiro, uma zona de altitude marcada por amplas paisagens serranas e trilhos com forte carácter natural.
O percurso atravessa depois a aldeia de São Bento do Cando, inserida nas serranias da Peneda, onde a arquitetura tradicional em granito e a envolvência rural reforçam a identidade da região. Daí, a rota segue para Gavieira e Rouças, com subidas íngremes e vistas deslumbrantes sobre os vales encaixados e encostas abruptas da serra.
A parte final do percurso leva os ciclistas até à emblemática Senhora da Peneda, um dos pontos altos do itinerário, onde o esforço é amplamente recompensado pela vista sobre o santuário e o majestoso cenário da Serra da Peneda. O regresso a Lamas de Mouro faz-se por caminhos de montanha, encerrando um circuito desafiante, que combina esforço físico com uma imersão total na natureza.
Ao longo do trajeto, é possível encontrar uma grande diversidade de fauna e flora. Espécies como o garrano, o corço, o javali e aves como a águia-real ou o falcão-peregrino são comuns nesta zona. A vegetação é dominada por carvalhais, urzais, giestais e matos de altitude, que contribuem para a riqueza ecológica e paisagística desta área protegida do Alto Minho.
Ponto de partida e chegada: Lamas de Mouro 42°03’04.0″N 8°11’58.3″W
Distância: 28 Km – Circular
Classificação: Azul
Altitude Máxima: 1104m
Altitude Mínima: 548m
Desnível positivo acumulado: 1006m
P4 – Vermelho - Lamas de Mouro - Batateiro - Branda da Aveleira - Gave - Pomares - Lamas de Mouro
Com 38,2 km de extensão e 1200 metros de desnível acumulado, este percurso de dificuldade elevada é indicado para ciclistas experientes que procuram um verdadeiro desafio técnico e físico em plena montanha. A rota tem início em Lamas de Mouro, no coração do Parque Nacional da Peneda-Gerês, seguindo em direção ao planalto do Batateiro, por trilhos abertos que revelam a vastidão da paisagem serrana.
O percurso continua em direção à Branda da Aveleira, uma das mais conhecidas brandas da região, onde ainda se preservam práticas agro-pastoris tradicionais. A partir daí, a rota desce até à aldeia de Gave, com vista para os vales profundos e encostas arborizadas, antes de enfrentar o troço mais exigente do percurso: a longa e constante subida até Pomares. Este segmento, rodeado pelo silêncio imponente da serra e por uma natureza praticamente intocada, oferece uma experiência de superação e contemplação única.
A última parte do percurso segue em direção a Lamas de Mouro, com uma subida final desafiante que, apesar do esforço, é compensada por vistas panorâmicas sobre as serranias e pelo ambiente sereno e isolado da montanha.
Ao longo do percurso, é possível observar uma grande variedade de fauna e flora características do Parque Nacional. Garranos, corços e javalis são presenças frequentes, assim como aves de rapina como o milhafre e a águia-real. A vegetação é dominada por carvalhais autóctones, giestais, urzais e matos de altitude, que reforçam o carácter selvagem e autêntico desta região de montanha.
Ponto de partida e chegada: Lamas de Mouro 42°03’04.0″N 8°11’58.3″W
Distância: 38,2 Km – Circular
Classificação: Vermelho
Altitude Máxima: 1080m
Altitude Mínima: 332m
Desnível positivo acumulado: 1200m
P5 – Preto - Lamas de mouro - Fiães – Cevide - Melgaço- Peso - Alvaredo –Paderne - Cubalhão - Parado do Monte - Branda da Aveleira - Lamas de Mouro
Com 102 km de extensão e 3418 metros de desnível acumulado, este é um percurso de alto nível, pensado para ciclistas experientes que procuram um verdadeiro teste à resistência física e técnica. A rota tem início em Lamas de Mouro, no Parque Nacional da Peneda-Gerês, e segue rumo a Fiães, onde se destaca o imponente Mosteiro de Fiães — um marco histórico de grande valor arquitetónico e espiritual.
De Fiães, o percurso avança até Cevide, ponto extremo norte de Portugal continental, onde se encontra o Marco nº 1 de Portugal, junto à fronteira com a Galiza. A partir daí, entra-se na vila de Melgaço, local ideal para uma pausa breve antes de continuar por Peso, conhecido pelas suas termas, e pelas aldeias vinhateiras de Alvaredo e Paderne, no coração da região do vinho Alvarinho.
A exigência aumenta na subida das Estivadas, uma das mais desafiantes do percurso, que conduz os ciclistas por paisagens de rara beleza. A rota prossegue por Pomares, Cubalhão e Parada do Monte, aldeias de montanha com forte identidade rural, até alcançar a Branda da Aveleira, onde a tradição das brandas se cruza com as imponentes vistas sobre os vales e serranias da região.
O regresso a Lamas de Mouro marca o fim de uma jornada desafiante e memorável, que combina esforço físico, diversidade de paisagens e um profundo contacto com a história, cultura e natureza do concelho de Melgaço.
Ao longo do percurso, é possível avistar várias espécies características da fauna local, como o garrano, o corço, o javali e aves de grande porte como a águia-real e o milhafre-preto. A flora acompanha a diversidade altitudinal e paisagística, com carvalhais, vinhas, giestais, urzais e bosques autóctones que sublinham a riqueza ecológica e o carácter autêntico do território.
Ponto de partida e chegada: Lamas de Mouro 42°03’04.0″N 8°11’58.3″W
Distância: 102 Km – Circular
Classificação: Preto
Altitude Máxima: 1104m
Altitude Mínima: 72m
Desnível positivo acumulado: 3418m
